sábado, 27 de fevereiro de 2010

Hey… have you seen me? I think I got lost. I think I got trapped, locked somewhere, but I don’t know where and I can’t rescue myself. I mean… I know where I’ve been before. But now I just can’t find that place anymore. I’ve followed all the leads I could find and they all just disappeared out of sight as I felt I was getting near. I don’t know where else to look. Do you think you could help me?

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Preciso de encontrar o meu canto, o meu lugar.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Força - Da Weasel

Olho para o céu

Mas toda a gente foi de férias

Apetece-me gritar

Até rebentar as artérias

Respiro fundo

E lembro-me da força

Que guardo dentro do meu corpo

Espero que ela ouça

Todo o amor deste mundo

Perdido num segundo

Todo o riso transformado

Num olhar apagado

Toda a fúria de viver

ainda sei o quanto gostas desta música!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

É em momentos como este que me ponho a pensar nos meus motivos. Na razão pela qual estou aqui. Começo a considerar que o meu estado no dia em que entrei naquele carro e informei a minha mãe da minha decisão era de pura loucura. Sim, eu só podia estar louca. Num daqueles dias dava-tudo-para-poder-desaparecer-daqui ou vou-me-embora-porque-estou-farta-desta-merda. Os tempos não eram fáceis e nada melhor se avizinhava. Pensei que era o correcto. E de certa maneira foi. Consegui afastar o que queria afastar e fortalecer o que quis fortalecer. Mas, raios me partam, parei para pensar em mim? No que a minha vida seria aqui ou deixava de ser lá? Não, não parei. Foi mesmo daquelas decisões bom-vou-ver-se-bato-com-a-cabeça-se-me-atirar. E bati, com muita força. Tanta que ainda dói e só vai parar lá para Agosto! Oh, valha-me sei lá o quê. Eu e esta minha mania estúpida de decisões precipitadas. Que, no final, se revelam sem nexo e que me deixam apenas sozinha. Neste meu mundo estranho. A que, um dia, chamei revolucionário.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Hoje sinto-me assim!

Aquela vontade de “deixa andar”, “depois logo se vê” e “não me estou realmente a importar com isso” (em português bem falado, o verdadeiro “tou-me a cagar pra tudo”). Aquela desvalorização de tudo o que sabes que és e que podes ser. Aquela descrença e aquela desacreditação. É quase um sentimento de abandono. E tudo o que tens à tua volta não funciona. E tudo aquilo em que depositaste a máxima confiança falha. E tudo aquilo que querias não acontece. E tu esperas. E continuas a esperar. Porquê? E para quê? Sim, para quê?! Se depois já te vais sentir tão em baixo, tão “no fundo do poço” que já não há volta a dar-lhe. Perdeste o brilho. Não to deixaram ter, tiraram-to. É quase como estar deprimido. Triste. Sozinho. E sem esperança absolutamente nenhuma. E até sem vontade.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

quoting my own mind, I must say...

... that the Princess is mad. And now she's not giving a fucking damn!

Let the war begin!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

É o melhor que consigo fazer!

Lamento, mas isto é o melhor que consigo fazer neste momento. Tempos complicados...

Who are u?
Who are u?

For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?

For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?

David Fonseca - Who are you.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Adorava...

Adorava conseguir parar de ser ridícula e de olhar para o passado como a solução para o futuro. Adorava conseguir parar de imaginar, de planear, de sonhar.

Adorava deixar de ser estúpida! E ridícula.

Que errado!

Apesar de tudo, depois deste tempo, ainda consigo ter o coração a bater forte, expectante. Como se precisasse de te encontrar, de te ver, de te tocar. Como se precisasse de falar contigo e de te dizer o que sinto. Ou melhor, o que senti. Que agora é tarde e agora já passou. Às vezes sonho que não acabou assim. Que o futuro ainda nos vai reservar uma surpresa. Depois acordo. E tomo consciência de que isso não vai acontecer. Que não pode acontecer. Porque é errado. E porque ia acontecer tudo de novo. Igual. Será que ia? Bom, o que importa é que te afastei para não ter de me preocupar com essas coisa mas acabo sempre por ir atrás de ti. Que errado! Depois dá nisto: esta confusão, esta palpitação, esta esperança.

Um dia gostava de acordar no passado!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

22/01/10

Ultimamente não tem sido fácil. A inspiração resolveu tirar férias. Deixou-me entregue à insensibilidade. E à desmotivação. É como se o ar entrasse sub-repticiamente, dissimuladamente, sem dar sinais. E saísse exactamente da mesma forma. De fininho. Sem se notar. E pior: deixando rasto. Um rasto de destruição das certezas, de edificação das incertezas. Um rasto tão cheio de nada, mas tão vazio de tudo. As palavras andam pela cabeça. Mas a fugir. Não devagar. Mas rápido, muito rápido. Correm, até ao infinito dos pensamentos. Mas não voltam. E demoram a sair. Custa transpô-las, escrevê-las. Não dói, mas é difícil e demorado! Gostava de conseguir dizer-te as coisas como já te disse. De conseguir escrevê-las como já escrevi. O que me vai na cabeça. No corpo. E no coração. Mas elas não querem sair! E continuo assim... nesta apatia intelectual. Mental. De pensamentos que não param quietos mas também não saem da cabeça.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

The space between
Where you're smiling high
Is where you'll find me if I get tickled
Is where I'll be hiding, waiting for you!

Keep out!

A Princesa abriu guerra com o mundo!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

in this (fuc*ing) beautiful world of ours...

Odeio a capacidade que as pessoas têm para me desiludir. Mas odeio ainda mais a minha capacidade de não conseguir deixá-las. E a minha burrice por estar sempre lá para elas quando precisam de alguém. Se calhar também tenho de ser egoísta! Mas não sou e não consigo ser. Mas continuo a levar chapadas de todos os lados. Justiça? Não vamos falar disso, não me venhas com essa. Falemos, sim, de desinteresse e egoísmo. Isso sim, é relevante. E triste. E deixa-me na m*rda!

...

Hidden in a smile, I just got lost!

domingo, 17 de janeiro de 2010

Há que aprender. A pensar. A projectar. E a fazer.